segunda-feira, 2 de abril de 2012

Mensagens subliminares


Mensagem subliminar é a definição usada para o tipo de mensagem que não pode ser captada diretamente pela porção do processamento dos sentidos humanos que está em estado de alerta. Subliminar é tudo aquilo que está abaixo do limiar, a menor sensação detectável conscientemente. Importante destacar que existem mensagens que estão abaixo da capacidade de detecção humana - essas mensagens são imperceptíveis, não devendo ser consideradas como subliminares. Todamensagem subliminar pode ser dividida em duas características básicas, o seu grau de percepção e de persuasão.
percepção subliminar é a capacidade do ser humano de captar de forma inconsciente mensagens ou estímulos fracos demais para provocar uma resposta consciente. Segundo a hipótese, o subconsciente é capaz de perceber, interpretar e guardar uma quantidade muito maior de dados que o consciente. Como exemplo, imagens que possuem um tempo de exposição pequeno demais para serem percebidas conscientemente, ou sons baixos demais para serem claramente identificados. Dados que passariam despercebidos pela mente consciente seriam na verdade interpretados e guardados.
persuasão subliminar seria a capacidade que uma mensagem teria de influenciar o receptor. Segundo a hipótese, toda mensagem subliminar tem um determinado grau de persuasão, e pode vir a influenciar tanto as vontades de uma forma imediata (fazendo por exemplo, uma pessoa sentir vontade de beber ou comer algo), como até mesmo a personalidade ou gostos pessoais de alguém a longo prazo (mudando o seu comportamento, transformando uma pessoa tímida em extrovertida). Esse grau de persuasão deveria variar de acordo com o tempo de exposição à mensagem, e a personalidadedo receptor.
percepção subliminar é de fato comprovada cientificamente, com inúmeros experimentos que apresentaram fortesevidências.[1] No entanto, até hoje, a persuasão subliminar não conseguiu ser comprovada,[2] ainda que alguns pesquisadores independentes aleguem terem experimentos que de fato comprovariam a existência da persuasão. Infelizmente até hoje ainda não existe nenhum trabalho publicado em periódicos científicos que confirme essa afirmação, desde a época em que o conceito de mensagem subliminar foi definido.
texto retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mensagem_subliminar

A VERDADEIRA HISTORIA DA CHAPEUZINHO VERMELHO


Como todos sabem, Chapeuzinho Vermelho morava numa bela casa com sua mãe, mas o que a história não conta é que seu pai era caixeiro-viajante e, dificilmente, parava em casa. Certa feita, com o marido viajando, a mãe de Chapeuzinho aproximou-se tensa da filha e, tropeçando nas palavras, disse:
- Chapeuzinho, por que não vai levar uns docinhos para a vovozinha?
- Outra vez, mamãe?! Não faz nem dois dias que eu fui lá.
- Ora essa, menina! Vai me desobedecer? E depois não custa nada você ir novamente.
- Tá, tudo bem. Eu vou. Mas não sei qual o motivo de querer que eu a visite tantas vezes.
- Não é nada demais. – disse a mãe, ainda mais nervosa – E não demore nem mais um minuto aqui. Vá indo, vá!

Por que a mãe de Chapeuzinho tinha tanto interesse que a filha fosse ver a avó? Por que gostava muito da velha? Por que não queria ser denunciada por maus tratos ao estatuto do idoso? Errado! Então, por quê? Muito simples. Naturalmente porque queria ficar sozinha em casa, estava esperando alguém. E quem era esse alguém? Provavelmente o amante, o pé-de-pano, com quem ela traía o pobre do marido. Se estivesse realmente interessada no bem estar da velha, teria ela mesma levado os docinhos.

Quando Chapeuzinho já estava de saída, sua mãe gritou do quarto:
- E não se esqueça! Vá pelo bosque. É o caminho mais longo, mas é o mais seguro. Se for pela floresta, você pode ser apanhada pelo Lobo Mau.
Agora você deve estar imaginando que a mãe de Chapeuzinho estava preocupada com a segurança da filha, não é? Errado de novo. Ela queria mesmo é que a filha demorasse bastante para voltar. Só assim teria tempo de sobra para aproveitar com o amante.

Mas enganam-se aqueles que pensam que só a mãe era quem tinha desvios de comportamento. Chapeuzinho não ficava nem um pouco atrás. Ela não era nenhuma criança, como contam as outras versões. Chapeuzinho já era uma pré-adolescente, estava entrando na puberdade. Hormônios a todo vapor, pelinhos nascendo, aquele calorzinho entre as pernas e por aí vai. Estava mesmo era descobrindo o sexo, e também tinha lá seus fetiches. Chapeuzinho não desobedeceu sua mãe e foi pela floresta porque era preguiçosa não! Foi porque queria realmente ser pega pelo Lobo. Achava o perigo excitante. Aquela mata selvagem e aquele sujeito peludo habitavam os seus sonhos mais eróticos.

Ela saltitava excitadíssima pela floresta quando de repente apareceu em sua frente o Lobo Mau.
- Para onde vai garotinha? – quis saber o Lobo.
- Vou levar uns docinhos para minha vovozinha, Seu Lobo. – respondeu Chapeuzinho com um dedo na boca e uma voz dengosa.
Bom, essa parte da história você conhece. O Lobo arquiteta um plano, chega primeiro na casa da vovozinha, come a velha e espera Chapeuzinho na cama, já fantasiado. Batem na porta. Toc, toc. Vem a voz de dentro da casa:
- Quem é?
- Sou eu, vovó. Sua netinha.
- Entre.
Já diante do Lobo, Chapeuzinho fala:
- Te trouxe uns docinhos.
- Tire a roupa! – diz o Lobo.
- Como?
- Isso mesmo! Não perca tempo, tire logo a roupa!
- Mas e as preliminares?
- Sem essa de preliminares, o caçador vem aí. Vamos!
- Assim eu não quero.
- Você não tem o que querer. Vamos logo!
- Nossa! Que boca grande!
- É pra te comer!
- Vem, Malvadão.
E Chapeuzinho foi comida.

Depois de ter comido a vovó e a Chapeuzinho vermelho, o Lobo Mau foi fazer a sesta, tirar o sono dos justos. Enquanto roncava alto, alguém começava a se aproximar. Era o caçador. Atrasado, como de costume. Agora por que é que ele chegou atrasado? Por que perdera a hora? Por que ainda fora passar seu uniforme de caçador? Ou por que devia estar na casa da mãe de uma certa menina de capuz vermelho? Isso mesmo, caro leitor. Ele era o amante!

Aproximou-se na ponta dos pés, apontou a espingarda e disparou com o Lobo ainda dormindo. Que traição! Canalha! O pobre Lobo morreu como um mártir, um verdadeiro herói. Agora você deve estar imaginando que essa história tem um final feliz, não é? Sinto muito em informar, mas o desfecho é trágico. Uma verdadeira tragédia!

Depois de ter sido retirada da barriga do Lobo, junto com sua avó, Chapeuzinho Vermelho descobre que sua mãe resolveu fugir com o caçador, abandonando tudo que tinha, inclusive o corno. Ia viver uma aventura lá pelas bandas da floresta. Revoltada e desiludida com os seres humanos, Chapeuzinho foge de casa e vai morar com a avó. A avó, por sua vez, abre um bordel, onde Chapeuzinho Vermelho é obrigada a trabalhar como prostituta. Anos mais tarde, é encontrada morta no banheiro com os pulsos cortados. Suicídio! Suicidara-se de desgosto e de saudades do Lobo, o grande amor de sua vida.
Fim.

Você acredita me poltergeist?

Não é uma história agradável para se contar. Ao menos para mim, que conhecia um de seus protagonistas, o dono da casa. Era uma pessoa honesta e séria, além de descrente em fenômenos sobrenaturais. Por isso, confio cegamente em seu relato.


Meu amigo vivia com uma mulher desquitada, para mim bastante desagradável e autoritária, e na união vieram, como dote, os três filhos dela. Não sei porque ele assumiu tal situação, por culpa, ou por ter perdido a mãe pouco antes, e assim estava muito vulnerável.


De qualquer forma, era trabalhador e muito dedicado àquela família, mas sentia-se no ar que algo vivia errado. A infelicidade condensava-se ali, em camadas espêssas, como o fog londrino. Parecia que bastaria uma fagulha para fazer aquela instabilidade toda explodir. Então, o que aconteceu a seguir não foi acaso, é a minha impressão.


Esse fator detonante surgiu na pessoa de uma jovem vizinha de 14 anos, rústica mas bonita, que foi contratada como empregada. Pelo início deste parágrafo vocês talvez tenham a impressão de que um romance iria acontecer,o que não seria de todo mau, mas o que se deu foi uma história estranha, mais ligada a contos de terror.


A casa, no Bosque da Saúde, quando ele a comprou, era bastante simples, num final de rua, e com aclive acentuado. Reformada, até que ficou imponente. E iam ali vivendo. Mal.


Os fenômenos começaram numa tarde, quando a eletricidade acabou, repentinamente. Verificou-se os fusíveis, e haviam desaparecido. Como e por quê? Uma das crianças colocou mais um fator complicador na jogada: disse ter visto um pretinho esgueirando-se pelo quintal.


A furiosa dona de casa não deixou por menos. Chegada a medidas arbitrárias, chamou a polícia para investigar a casa de uns pobres e honestos pretos, os únicos que moravam por perto. E nada se descobriu.


A casa entrou em convulsões: vasos caíam, pedras vindas do nada zuniam no ar, chegando a quebrar vidros. A fúria invisível era voltada principalmente contra os vasos. Chegaram a se fazer plantões numa rua mais elevada, donde se tinha visão total da cena do crime. E não se via ninguém, muito menos moleques pretinhos: só a correria dos habitantes, quando sucedia mais uma quebra.


Foram conclamados espiritualistas, de várias correntes. Médiuns espíritas, umbandistas, videntes. Cada um contava uma história diferente, segundo seu credo, tornando impossível acreditar em qualquer uma delas.


Mas uma coisa tornou-se evidente: os fenômenos só aconteciam quando a empregada estava presente, ou seja, de dia. Noites e fins de semana, sem ela, eram uma tranquilidade absoluta.


Um policial sugeriu que a prendessem, para interrogatório. Como era jovem e bonita, nos tempos brutais da ditadura, pode-se imaginar de que forma pretendiam interrogá-la.


Meu amigo fez o bom senso prevalecer, impedindo isto. Ela foi apenas demitida, e tudo voltou ao normal. É bem coerente com outras histórias de poltergeist, onde um adolescente sempre parece ser o deflagador do processo.Foi o fim dêsse caso.


E meu amigo, como ficou nisso tudo? Extremamente racional, era-lhe difícil admitir forças do sobrenatural. Chegou à imprecisa conclusão de que não se tratavam de espíritos do além, mas de energias daqui mesmo, inteiramente desconhecidas.


Algum tempo depois, afastou-se daquela difícil família, com profundo sentimento que já ia tarde. Por estes e outros fatores, jamais voltaria a ser o mesmo. Mas a casa ainda existe, e não ouvi nunca mais falar de fenômenos sobrenaturais, ali. Mas, nunca se sabe...